Número de candidatos a Presidência é o maior desde 1989

HomeCARUARU E REGIÃO

Número de candidatos a Presidência é o maior desde 1989

Conheça os 13 concorrentes a presidência.

(Foto: Divulgação)

As eleições de 2018 contam com o maior número de candidatos a Presidência da República, desde 1989, quando cotou com 22 concorrentes. Este ano, de acordo com as confirmações nas convenções partidárias, serão 13 candidatos. Nas quatro últimas eleições presidenciais, a decisão veio no segundo turno, o que pode acontecer esse ano novamente, levando em consideração a quantidade de concorrentes.

Conheça os candidatos a presidente nas eleições 2018:

Álvaro Dias (Podemos)

Alvaro Dias (Foto: Divulgação)

A candidatura de Alvaro Dias pelo Paraná foi oficializada em Curitiba, durante convenção nacional do partido. O Candidato anunciou que, se eleito, vai convidar o juiz federal Sérgio Moro para ser ministro da Justiça, e prometeu “refundar a República”. O parlamentar vai compor a chapa com o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, cujo partido, o PSC, havia decidido lançar candidatura própria à Presidência, mas desistiu.

Cabo Daciolo (Patriota)

Cabo Daciolo (Foto: Divulgação)

Na convenção nacional do Patriota foi oficializada a candidatura do deputado federal Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, o Cabo Daciolo. O candidato foi escolhido por unanimidade, e sua vice será Suelene Balduino Nascimento, do mesmo partido. Daciolo defende mais investimentos em educação e segurança por considerar áreas essenciais para o crescimento do país.
Ciro Gomes (PDT)

Ciro Gomes (Foto: Divulgação)

 PDT confirmou a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, na convenção nacional que reuniu filiados do partido. A chapa é composta com a senadora Kátia Abreu (PDT-TO). Esta é a terceira vez que Ciro Gomes será candidato à Presidência da República: em 1998 e 2002, ele concorreu pelo PPS. Ciro foi prefeito de Fortaleza, eleito em 1988, e governador do estado, eleito em 1990. Renunciou ao cargo de governador, em 1994, para assumir o Ministério da Fazenda, no governo Itamar Franco (1992-1994), por indicação do PSDB, seu partido na época. Ciro Gomes foi ministro da Integração Nacional de 2003 a 2006, no governo do ex-presidente Lula.

Geraldo Alckmin (PSDB)

Geraldo Alckmin (Foto: Marcelo/Folhapress)

A candidatura do presidente do partido e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, à Presidência da República nas eleições de outubro, foi confirmada na convenção nacional do PSDB. Dos 290 votantes, 288 aprovaram a candidatura de Alckmin. Houve um voto contra e uma abstenção. A senadora Ana Amélia (PP-RS) é a vice na chapa. Em seu discurso disse que quer ser presidente para unir o país e recuperar a “dignidade roubada” dos brasileiros.

Guilherme Boulos (PSOL)

Guilherme Boulos (Foto: Divulgação)

O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, foi lançado como candidato à Presidência da República pelo PSOL, na convenção nacional em São Paulo. Também foi homologado o nome de Sônia Guajajara, representante do povo indígena, para vice-presidente. Boulos destacou que irá defender temas que pertencem aos princípios do partido, como o direito ao aborto e à desmilitarização da polícia.

Henrique Meirelles (MDB)

Henrique Meirelles (Foto: Divulgação)

O MDB confirmou o nome de Henrique Meirelles, ex-ministro da Fazenda, como candidato à Presidência da República. O partido informou que Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, será o vice. Meirelles destacou como prioridades investimentos em infraestrutura, para diminuir as distâncias no país, além de saúde e segurança pública. O presidenciável também prometeu reforçar o Bolsa Família.

Jair Bolsonaro (PSL)

Jair Bolsonaro (Antonio Cruz/Agência Brasil)

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), foi confirmado como o candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo PSL. O vice é o general Hamilton Mourão, do PRTB. Na convenção, Bolsonaro adiantou que, se eleito, quer excluir o ministério das Cidades e fundir pastas como Fazenda e Planejamento, assim como Agricultura e Meio Ambiente. O candidato prometeu ainda privatizar estatais.

João Amoêdo (Partido Novo)

João Amoêdo (Foto: Divulgação)

João Dionisio Amoêdo foi oficializado candidato à Presidência da República pelo Partido Novo durante convenção na capital paulista. O cientista político Christian Lohbauer foi escolhido como candidato à vice-presidente. Entre as principais propostas de Amoêdo estão equilibrar as contas públicas, acabar com privilégios de determinadas categorias profissionais, melhorar a educação básica e atuar fortemente na segurança. João Amoêdo disse que quer levar renovação à política e mudar o Brasil. O presidenciável defendeu a privatização de empresas estatais.

João Goulart Filho (PPL)

João Goulart Filho (Foto: Pedro França)

O PPL lançou João Goulart Filho como candidato à Presidência da República. Ele é filho do ex-presidente João Goulart, o Jango, que teve mandato presidencial, de 1961 a 1964, interrompido pela golpe militar. É a primeira vez que João Goulart Filho concorre ao cargo. O candidato a vice é Léo Alves, professor da Universidade Católica de Brasília. Algumas propostas do candidato são a redução drástica dos juros da dívida pública para dar condições ao Estado de investir no desenvolvimento social, o resgate da soberania, o controle das remessas de lucros das empresas estrangeiras e a revisão do conceito de segurança nacional.

José Maria Eymael (DC)

José Maria Eymael (Foto: Divulgação)

O partido Democracia Cristã (DC) confirmou durante convenção na capital paulista, a candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República, nas eleições de outubro, e do pastor da Assembleia de Deus Helvio Costa como vice-presidente. Na área econômica, as diretrizes gerais de governo do DC incluem política macroeconômica orientada para diminuição do custo do crédito ao setor produtivo, apoio e incentivo ao turismo e a valorização do agronegócio com ações de governo específicas, que ainda não foram divulgadas, e apoio aos pequenos e médios produtores rurais.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Divulgação)

A convenção nacional do PT escolheu, por aclamação, no dia 4 de agosto, o nome de Luiz Inácio Lula da Silva para ser o candidato à Presidência da República. O encontro também homologou o apoio do PCO e do PROS à candidatura do PT. O vice é o petista Fernando Haddad, que foi ministro da Educação e prefeito de São Paulo. O ex-presidente Lula está preso em Curitiba, desde 7 de abril, após ter sido condenado em segunda instância no caso do triplex de Guarujá. O ator Sérgio Mamberti leu, na convenção, uma carta escrita por Lula, onde ele afirmou que “querem fazer uma eleição presidencial de cartas marcadas, excluindo o nome que está à frente na preferência popular em todas as pesquisas”.

Marina Silva (Rede)

Marina Silva (Foto: Thiago Bernardes)

A primeira convenção nacional da Rede Sustentabilidade confirmou o nome Marina Silva como candidata da sigla à Presidência da República. O candidato à vice na chapa, o médico sanitarista, Eduardo Jorge, do Partido Verde (PV), também foi apresentado oficialmente no encontro. A presidenciável prometeu uma campanha limpa, sem notícias falsas e sem destruir biografias. Se comprometeu com as reformas da Previdência, tributária e política, que acabe com a reeleição e incentive candidaturas independentes. Se eleita, Marina também disse que pretende fazer uma revisão dos “pontos draconianos” da reforma trabalhista que, segundo ela, seriam feitas a partir de um diálogo com o Congresso.

Vera Lúcia (PSTU)

Vera Lúcia (Foto: Divulgação)

Em convenção nacional, o PSTU oficializou a candidatura de Vera Lúcia à Presidência da República e de Hertz Dias como vice na chapa. A escolha foi feita por aclamação pelos filiados ao partido presentes na quadra do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, na zona leste da capital paulista. De acordo com Vera Lúcia, o plano de governo prevê reforma agrária, redução da jornada de trabalho sem redução de salário e um plano de obras públicas para atender as necessidades da classe trabalhadora. O PSTU decidiu que não fará nenhuma coligação para a disputa presidencial, nem alianças nas eleições estaduais.
Com informações do Diário de Pernambuco.

COMENTÁRIOS

WORDPRESS: 0
DISQUS: 1