Dia Nacional do Futebol; conheça histórias surpreendentes de caruaruenses

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Dia Nacional do Futebol; conheça histórias surpreendentes de caruaruenses

Que o futebol é uma paixão nacional, disso ninguém tem dúvidas, muitas pessoas não sabem é que no dia 19 de julho é comemorado o Dia Nacional do F

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(Foto: Divulgação)

Que o futebol é uma paixão nacional, disso ninguém tem dúvidas, muitas pessoas não sabem é que no dia 19 de julho é comemorado o Dia Nacional do Futebol.  E nessa sexta-feira (19), tão especial para os amantes da bola, o Portal Mídia Urbana preparou uma matéria especial que, conta a história do futebol e a trajetória de personalidades do futebol caruaruense.

O SURGIMENTO DO FUTEBOL NO BRASIL

Com esta data é interessante saber que o esporte chegou no Brasil em 1895, através dos ingleses. Inicialmente, a prática era restrita apenas para as pessoas brancas de elite brasileira, a população pobre e os negros só podiam assistir. Em 1920, o futebol começou a se tornar popular em todas as classes brasileira. E foi durante o governo Vargas, que o país passou por um esforço para alavancar o futebol brasileiro.

O SONHO DE UMA GERAÇÃO

Leanderson Lucas (Foto: Arquivo Pessoal)

Inspirado em meninos que foram descobertos cedo, a exemplo de Neymar, estrela do futebol mundial e outros, o sonho de se tornar um jogador profissional  faz a cabeça de vários jovens ao redor do mundo.

jogador de futebol Leanderson Lucas, de 24 anos, contou que o sonho de seu pai era de que ele se tornasse um jogador profissional. Aos seis anos de idade já começou a jogar e com 12 já sabia que o sonho de ter aquela profissão já era dele também.

Seu primeiro clube de base foi o Vasco da Gama, onde jogou futsal. Porém, foi no América onde iniciou o futebol, em 2012 voltou e foi campeão sub 20 carioca da segunda divisão,também passou pelo Bonsucesso, Bangu, Bragantino e Marcílio Dias. Profissionalmente esteve presente nos clubes: Porto de SC, Barueri SP , Interporto TO, e Central de Caruaru. Atualmente está com contrato renovado com o Central, porém foi emprestado ao Porto.

Leanderson conta que sua principal dificuldade na profissão foi passar por clubes que não tinham estrutura adequada. E conta também que receber o carinho dos fãs, e ser visto como referência por algumas crianças é o maior pagamento que recebe.

AS DIFICULDADES

Marcio Porto (Foto: Arquivo pessoal)

Marcio Porto (Foto: Arquivo pessoal)

O Presidente do Conselho Deliberativo do Central, Márcio Porto, contou que o futebol entrou cedo em sua vida, quando tinha três anos, na copa de 1970, ele lembra da família comemorando a vitória do Brasil, por mais que não entendesse bem o que estava acontecendo, marcou sua vida.

Ele lembra que quando era jovem viaja ao Recife assistir os jogos e, na época da reforma do Lacerdão, assistia as partidas junto com seu tio. Anos depois do primeiro contato com o futebol, ele chegou a ser chamado para ser presidente do Central de Caruaru em 2008, porém não pode aceitar o convite. Já em 2012/2013 assumiu o cargo que possui atualmente, e em 2018/2019 voltou a assumir o cargo.

Apesar do amor pelo esporte, Marcio fala que a maior dificuldade de manter o futebol atualmente é que se tornou uma área muito cara, os salários dos jogadores e de todos os envolvidos subiu muito, o que fica difícil de administrar. Por outro lado, a recompensa para ele é a satisfação de ir para o campo, torcer pelo seu clube de coração.

UM SONHO REALIZADO

Meia esqueda, Paulinho (Foto: Arquivo pessoal)

Por fim, o jogador de futebol meia esquerda aposentado, Paulo Jorge, conhecido como Paulinho, contou que aos 10 anos já jogava futsal no colégio e aos 14 começou a jogar futebol. Aos 18 anos entrou para o Juvenil do Central de Caruaru, e no ano seguinte foi para o time profissional.

Sua carreira contou com vários time em 1982 esteve no Náutico, 1983 Botafogo da Paraíba, 1985 Coritiba onde foi Campeão Brasileiro, 1986 CSA de Alagoas onde foi vice-campeão Estadual, 1987 Penedense em Alagoas, 1988 América em Recife, 1989 CSE em Palmeira dos Índios AL, em seguida retornou ao Central, onde encerrou a carreira profissional de futebol.

Paulo conta que mesmo com as dificuldades de atrasos de pagamentos, falta de reconhecimento de dirigentes de clubes e as mudanças de lugares nunca pensou em desistir, pois a conquista de títulos, a realização de ter se tornado um bom profissional e o carinho da torcida recompensava.

Para aqueles que sonham em entrar nessa profissão, Paulo deixa sua mensagem “Tenha determinação,acredite que é possível realizar o sonho de se tornar um jogador profissional e não desanime diante das dificuldades”.

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