Comissão define que Moro receberá salário de ministro por mais 6 meses

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Comissão define que Moro receberá salário de ministro por mais 6 meses

O ex-ministro Sergio Moro não poderá advogar pelos próximos seis meses foi o que decidiu, nesta terça-feira (02), a Comissão de Ética da Presidênc

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Foto: Adriano Machado/Reuters

O ex-ministro Sergio Moro não poderá advogar pelos próximos seis meses foi o que decidiu, nesta terça-feira (02), a Comissão de Ética da Presidência. Com a decisão, o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, deverá cumprir o período de quarentena. 

A lei que dispõe sobre o conflito de interesse no serviço público diz que pessoas que tenham exercido cargo de ministro, entre outros no alto escalão do governo federal, devem respeitar a chamada “quarentena” de seis meses antes de assumir emprego no qual possam se valer de informação privilegiada.

Segundo a decisão da Comissão de Ética da Presidência, o ex-ministro Moro:

  • receberá salário por seis meses;
  • poderá dar aulas e escrever artigos no período;
  • não poderá trabalhar como advogado durante a quarentena.

Pela decisão da Comissão de Ética da Presidência, Moro pode dar aulas e escrever artigos durante quarentena. Ex-ministro deixou cargo afirmando que Bolsonaro interferiu na PF. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nega a acusação.

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